ISSN 1831-5380
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10.4.9. Parênteses

Os parênteses servem para separar da frase palavras intercaladas que, não pertencendo propriamente ao discurso, no entanto, esclarecem o assunto:

As casas (todas de granito) estavam degradadas.

Usam-se geralmente dois tipos de parênteses: os curvos e os retos.

As frases dentro de parênteses não devem ser longas, mas devem manter a sua pontuação própria, para lá da pontuação normal do texto.

Utilizam-se os parênteses curvos de fecho com letras maiúsculas, minúsculas ou algarismos árabes quando representam uma subdivisão de um texto ou uma alínea (neste caso a frase termina com ponto e vírgula):

A)
Enumeração apresenta-se do seguinte modo:
1)
Algarismos romanos:
a)
Maiúsculas;

Os parênteses retos empregam-se para intercalar uma frase já dentro de parênteses (curvos) e para circundar as reticências quando estas substituem parte do texto que se omitiu.

Os parênteses retos também se utilizam para evidenciar uma intervenção do autor num texto que não seja de sua autoria (ver também o ponto 4.2.3, níveis de aspas):

«O Conselho pretendia [pretende] tomar certas medidas…»
«A Comissão propôs [propõe] um regulamento relativo…»

Antes do parênteses não deve colocar-se nenhum sinal de pontuação, exceto o ponto. Quando qualquer sinal de pontuação coincidir com o parêntese de abertura, deve colocar-se depois do de fecho (ver também o ponto 5.10, pontuação nas citações).

Última atualização: 17.8.2017
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